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Cristina

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Ele gostaria de ser um índio Tarahumara, membro daquela tribo mexicana de homens e mulheres que nasceram para correr e correm como quem faz poesias. Enquanto não é aceito como membro desse grupo tão especial, passa seus dias escrevendo histórias e ganhando a vida como professor universitário de Teoria da Comunicação. Quando pode, gosta muito de treinar e participar de ultramaratonas, como a Comrades e a Bertioga-Maresias. Em março de 2014, correrá a Ultramaratona Caballo Blanco, no México.

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4 Comentários

  1. Seiko Sato disse:

    Rodrigo: que texto lírico! E primoroso. Para não ser repetitiva nos meus comentários, aqui fica registrada a admiração de uma leitora assídua. Abraços, Seiko.

  2. Henrique Mendes Pereira disse:

    Quando você atinge uma maturidade na corrida, fico me perguntando por que sair de casa, do cantinho quente da nossa cama, de arrastar o cobertor para a sala a assistir um filme. A sair com as pernas desnudas uma camiseta fina, e começa a olhar no horizonte para imaginar o percurso que irá fazer sob aquela névoa branca das 6:00 da matina…… É isso libertar a criança que tem em você…. seja com 20, 30, 40, 50, etc etc etc….. nunca deixe de ser como a Cristina. Parabéns fico muito feliz em poder ler texto assim como seu Rodrigo!!!

  3. Di disse:

    Lindoo Rô!! Parabéns meu amado irmão por transformar palavras em sonhos e poesias!!
    Não deixe nunca se abalar por aquelas pessoas que presas em seus infernos pessoais não conseguem enxergar a beleza por trás de suas emocionadas e puras palavras!!
    Bj de seu irmão,
    Diego.

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