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Estamos nós fadados a sofrer? Um devaneio

Escrito por

Aline Carvalho Engenheira por formação, triatleta por opção, dotada de uma mente inquieta típica de filósofos, com grande paixão pela leitura. Tem a psicologia como força motriz de suas relações. Executiva de uma empresa multinacional, concilia sua rotina estressante no trabalho com seus treinos para provas de longas distância, que vão desde maratonas e ultras até Ironman. Conserva um sonho arrojado: disputar o RAAM, uma prova de ciclismo tida como uma das provas mais difíceis do mundo. Em seu curriculo esportivo contam 13 maratonas, 3 ultras, 1 meio Ironman e 2 Ironman. A sua maior emoção no esporte foi completar Comrades Marathon.

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1 Comentário

  1. Thiago disse:

    Quando encaramos a corrida de uma forma um pouco mais competitiva, fica claro o lado de “sentir dor”. hehe
    Lembro que quando apenas corria por prazer, era muito diferente a sensação… relaxante, estimulante. Agora é diferente, a ponto de me perguntar se o que quero é mesmo buscar mais e mais resultados. Mas a resposta, até o momento, continua sendo SIM.
    No final do texto pareceu desfocar um pouco da questão que mesmo nós, que praticamos esporte com mais frequência, também sentimos dor. Ou seja, parece que vivemos tendo que sentir dores de vez em quando. Vale lembrar que o esporte de certa forma é uma destruição do corpo, mas com um objetivo claro: se refazer, aprimorado. Lembrar disso torna tudo muito mais fácil: você vai se cansar. Depois, vai descansar. E quando acordar, vai ser melhor do que era antes :-)

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